Apuração
Vereadora · 2020 · MOBILIZA

Regina Travaglia

nasceu em 1963

Regina Travaglia se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMOBILIZA+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DC2006MDB2008PSB2012DEM2020MOBILIZA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.

Passou por 5 partidos: DC (2004), MDB (2006), PSB (2008), DEM (2012), MOBILIZA (2020).

Dep. estadualVereadoraPartidoDCMDBPSBDEMMOBILIZA’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    MOBILIZA 33044· centro-direita
    não eleita
  2. 2012
    DEM 25500· direita
    suplente
  3. 2008
    PSB 40789· centro-esquerda
    suplente
  4. 2006
    Deputada estadual · Espírito Santo
    MDB 15456· centro
    suplente1.630 votos; 150º mais votada de 354 no estado
  5. 2004
    DC 27123· direita· na urna, Regina Traváglia
    eleita1.562 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Regina Travaglia teve 1.630 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 150º lugar entre 354 candidatos.

Recebeu votos em 43 cidades. Cachoeiro de Itapemirim deu 77,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,4%.

1.630 votos
votos para deputada estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.630 votos.
  1. Cachoeiro de Itapemirim (ES)1.257 votos77,1%
  2. Vargem Alta (ES)56 votos3,4%
  3. Vitória (ES)42 votos2,6%
  4. Vila Velha (ES)28 votos1,7%
  5. Cariacica (ES)21 votos1,3%
  6. Outras 28 cidades91 votos5,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Regina Travaglia declarou R$ 30,1 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 171,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 30,1 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 20.970 na declaração)

Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2020.

  • Regina TravagliaR$ 30,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 7.182
  • Mediana dos eleitosR$ 68,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 30,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Regina Travaglia declarou ao TSE R$ 126 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 53 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereadora · Cachoeiro de Itapemirim (ES) · MOBILIZA · não eleita

De onde veio

R$ 1.691
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.691.
  1. Próprio bolsoR$ 98458,2%
  2. VaquinhaR$ 70841,8%

Para onde foi

R$ 1.691
O maior gasto foi com serviços: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.691.
  1. ServiçosR$ 97857,8%
  2. Material impressoR$ 51530,5%
  3. EscritórioR$ 19811,7%

Quanto custou cada voto: vereadora, Cachoeiro de Itapemirim (ES), 2020

Mediana da disputa: R$ 88 por voto. Quem venceu, Silvinho Coelho, gastou R$ 16,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 349; o mais barato, R$ 16,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Cida Agente De Endemias PSDR$ 28 mil · 81 votosR$ 349
  • Enfermeira Bete PSDR$ 50 mil · 252 votosR$ 200
  • Vera Lucia DEMR$ 35 mil · 216 votosR$ 164
  • Leo Medeiros DEMR$ 28 mil · 255 votosR$ 111
  • Elizangela Altoe PTR$ 33 mil · 346 votosR$ 94,9
  • Samuel Muca PSDR$ 48 mil · 543 votosR$ 88
  • Higner Mansur PVR$ 28 mil · 337 votosR$ 83,7
  • Pastor Delandi PODER$ 33 mil · 893 votosR$ 36,4
  • Juninho Corrêa PLR$ 67 mil · 2.519 votosR$ 26,4
  • Paulinho Careca PSBR$ 30 mil · 1.194 votosR$ 24,8
  • Silvinho Coelho REPUBLICANOSR$ 29 mil · 1.807 votosR$ 16,1

Votos por real

  • 2020, vereadora: 58 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2006, deputada estadual: 50 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 30 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.