Marcelo Barbosa
Marcelo Barbosa do Nascimento · nasceu em 1968
Marcelo Barbosa se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: DEM (2004), PSC (2008–2010), AVANTE (2020), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroPSC 20190· direitasuplente186 votos; 1237º mais votado de 1.514 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Marcelo Barbosa teve 186 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1237º lugar entre 1.514 candidatos.
Recebeu votos em 25 cidades. Engenheiro Paulo de Frontin deu 29,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcelo Barbosa declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2010 e 2024, o total subiu R$ 1,4 mi acima da inflação.
Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2024.
- Marcelo BarbosaR$ 1,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 322,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 442,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcelo Barbosa declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 33 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Engenheiro Paulo de Frontin (RJ) · PDT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal8 pessoas, não nomeadasR$ 8.36723,2%
- InternetTudo de Instituto De Desenvolvimento Educacional Nascer Novo LtdaR$ 3.3909,4%
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 2.9538,2%
- TransporteR$ 2300,6%
- EscritórioR$ 13< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Engenheiro Paulo de Frontin (RJ), 2024
Marcelo Barbosa: R$ 901 por voto (mediana da disputa, R$ 142). Quem venceu, Maneko Artemenko, gastou R$ 47,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 901; o mais barato, R$ 47,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Barbosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marcelo Barbosa PDTR$ 36 mil · 40 votosR$ 901
- Alex Papa PTR$ 101 mil · 363 votosR$ 278
- Leandro Carvalho NOVOR$ 29 mil · 136 votosR$ 215
- Helvecio Lavinas Lago PRDR$ 51 mil · 360 votosR$ 142
- Jauldo Neto SOLIDARIEDADER$ 267 mil · 3.152 votosR$ 84,7
- Maneko Artemenko UNIÃOR$ 251 mil · 5.280 votosR$ 47,6
Votos por real
- 2024, prefeito: 1,1 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 1,2 votos por R$ 1.000, 8% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.