Marcelino
Marcelino de Sousa Serafim · nasceu em 1961
Marcelino disputou uma eleição, em 2020, para prefeito (Catolé do Rocha (PB)), pelo PT: não eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Marcelino declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, em reais de hoje, 76% de dinheiro público.
2020 · Prefeito · Catolé do Rocha (PB) · PT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Dos TrabalhadoresR$ 29,7 mil75,7%
- Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 9.55324,3%
Para onde foi
- TransporteTudo de Rota Comercio De Combustiveis LtdaR$ 4.37312%
- EscritórioR$ 1< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Catolé do Rocha (PB), 2020
Marcelino: R$ 6,80 por voto (mediana da disputa, R$ 6,80). Quem venceu, Laurinho Maia, gastou R$ 8,39 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Laurinho Maia DEMR$ 86 mil · 10.231 votosR$ 8,39
- Marcelino PTR$ 36 mil · 5.336 votosR$ 6,80
Votos por real
- 2020, prefeito: 147 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.