Marcelino
Marcelino Almeida de Araujo · nasceu em 1968
Marcelino se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em todas.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016 e 2020.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior completo, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcelino declarou R$ 3,8 mi em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 1,8 mi, já descontada a inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Piauí em 2020.
- MarcelinoR$ 3,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 289,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 344 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 16 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma casa residencial na rua fenelon silvaR$ 1 miCasa
- Fazenda retiro com 358 hectaresR$ 1 miOutros bens imóveis rural
- 250 Cabeca de gado mesticoR$ 359,1 milRebanho e animais
- Casa residencial localizada na rua joao do monteR$ 316 milCasa
- Camionete hylux ano 2015R$ 219,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um predio localizado na rua luis monteR$ 215,5 milPrédio comercial
- Camionete hilux ano 2013R$ 187,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 200 Cabeca de ovelhas e caprinosR$ 172,4 milRebanho e animais
- Um imovel rural denominada laghoa da barra com 26 hectaresR$ 158 milOutros bens imóveis rural
- Dinheiro em especieR$ 100,6 milDinheiro em espécie
- Quotas de capital da firma oasis construcoes LTDAR$ 43,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Consorcio de automoveisR$ 42 milConsórcio não contemplado
- BB rf simples CNPJ 22.051.699/0001-51R$ 2.206Fundo de Curto Prazo
- Saldo em conta poupanca no banco do brasilR$ 317Caderneta de poupança
- Saldo em conta corrente banco do brasilR$ 162Conta corrente no país
- Saldo em conta corrente na caixa economica fedealR$ 47Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelino declarou ao TSE R$ 218 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 118 mil, 69% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Coivaras (PI) · PT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 21,1 mil17,8%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 15,3 mil12,9%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 11,5 mil8,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4.2463,2%
- EventosR$ 1.4451,1%
- EscritórioR$ 50< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Coivaras (PI), 2020
Marcelino: R$ 49 por voto (mediana da disputa, R$ 23,4).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelino PTR$ 134 mil · 2.732 votosR$ 49
- Mário Do Barnabé MDBR$ 35 mil · 1.515 votosR$ 23,4
Votos por real
- 2020, prefeito: 20 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 26 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.