Apuração
Vereadora · 2016 · MDB

Marceline Gehlen Mendes

nasceu em 1988

Marceline Gehlen Mendes se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

VereadoraPartidoMDB201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 28 anos, ensino médio, comerciário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15313· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    MDB 15313· centro-direita· na urna, Marceline
    suplente19 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marceline Gehlen Mendes declarou R$ 320,9 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 311 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 320,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 197.500 na declaração)

Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Marceline Gehlen MendesR$ 320,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 320,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Uma casa de alvenariaR$ 162,5 mil
    Casa
  2. Um terreno urbanoR$ 130 mil
    Terreno
  3. Um automóvel vectra ano 1998R$ 19,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Dinheiro em espécieR$ 8.936
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marceline Gehlen Mendes declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · Nicolau Vergueiro (RS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 2.963
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.963.
  1. PessoasR$ 2.63989,1%
  2. Próprio bolsoR$ 32410,9%

Para onde foi

R$ 2.963
O maior gasto foi com pessoal: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.963.
  1. PessoalR$ 2.63989,1%
  2. Material impressoR$ 2538,5%
  3. TransporteR$ 712,4%

Quanto custou cada voto: vereadora, Nicolau Vergueiro (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 39,8 por voto. Quem venceu, Gilani, gastou R$ 31 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,1; o mais barato, R$ 31.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Orides PSBR$ 4,7 mil · 55 votosR$ 85,1
  • Delmar PPR$ 5,6 mil · 110 votosR$ 50,5
  • Dilir PSBR$ 5,1 mil · 104 votosR$ 48,7
  • Vanderlei Graepin PPR$ 5,5 mil · 124 votosR$ 44,7
  • Keko MDBR$ 4,8 mil · 114 votosR$ 42,3
  • Ana Stumpf PSBR$ 4,5 mil · 113 votosR$ 39,8
  • Gustavo PPR$ 4,7 mil · 133 votosR$ 35,4
  • Clair MDBR$ 4,7 mil · 138 votosR$ 34,4
  • Catio MDBR$ 4,9 mil · 155 votosR$ 31,5
  • Gilani PPR$ 4,9 mil · 159 votosR$ 31

Votos por real

  • 2016, vereadora: 1,4 votos por R$ 1.000, 6% da mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 12 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.