Apuração
Vice-prefeito · 2020 · MDB

Clair

Jose Clair de Lima · nasceu em 1960

Clair se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012MDB2016MDB2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.

Sempre pelo MDB.

Vice-prefeitoVereadorPartidoMDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Nicolau Vergueiro (RS)
    MDB 15· centro-direita
    Na chapa de Professor Marcos
    chapa não eleita897 votos da chapa, 44,0%
  2. 2016
    MDB 15615· centro-direita
    eleito138 votos
  3. 2012
    MDB 15615· centro-direita· na urna, José Clair
    eleito118 votos
  4. 2008
    MDB 15615· centro· na urna, Jose Clair
    eleito105 votos
  5. 2004
    MDB 15615· centro
    eleito78 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Clair declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 745.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Clair declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Nicolau Vergueiro (RS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 4.744
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.744.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 2.63955,6%
  2. Próprio bolsoR$ 2.10544,4%

Para onde foi

R$ 4.744
O maior gasto foi com pessoal: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.744. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 2.63955,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Nicolau Vergueiro (RS), 2016

Clair: R$ 34,4 por voto (mediana da disputa, R$ 39,8). Quem venceu, Gilani, gastou R$ 31 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,1; o mais barato, R$ 31.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Clair. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Orides PSBR$ 4,7 mil · 55 votosR$ 85,1
  • Delmar PPR$ 5,6 mil · 110 votosR$ 50,5
  • Dilir PSBR$ 5,1 mil · 104 votosR$ 48,7
  • Vanderlei Graepin PPR$ 5,5 mil · 124 votosR$ 44,7
  • Keko MDBR$ 4,8 mil · 114 votosR$ 42,3
  • Ana Stumpf PSBR$ 4,5 mil · 113 votosR$ 39,8
  • Gustavo PPR$ 4,7 mil · 133 votosR$ 35,4
  • Clair MDBR$ 4,7 mil · 138 votosR$ 34,4
  • Catio MDBR$ 4,9 mil · 155 votosR$ 31,5
  • Gilani PPR$ 4,9 mil · 159 votosR$ 31

Votos por real

  • 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.