Apuração
Vereador · 2008 · PTB

Marcão

Marcos Paulo de Souza · nasceu em 1974

Marcão disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Santana do Itararé (PR)), pelo PTB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPTB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 34 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PTB 14444· centro-direita
    eleito157 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Marcão declarou R$ 8.089 em bens, em reais de hoje.

R$ 8.089
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.000 na declaração)

Declarou 12% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.

  • MarcãoR$ 8.089
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 8.089. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Marcão declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Santana do Itararé (PR) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 5.890
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.890.
  1. Próprio bolsoR$ 4.15070,5%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.33922,7%
  3. Outros candidatosTudo de Elcio Jose VidalR$ 4026,8%

Para onde foi

R$ 5.829
O maior gasto foi com transporte: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.829. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Pedro Malaquias Da Silva SobrinhoR$ 2.07235,6%
  2. Material impressoTudo de Francisco Matias Klosienski - MeR$ 1.52626,2%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 80313,8%
  4. EscritórioR$ 1692,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Santana do Itararé (PR), 2008

Marcão: R$ 37,1 por voto (mediana da disputa, R$ 38,9). Quem venceu, Professor Dori, gastou R$ 9,74 por voto. O voto mais caro custou R$ 315; o mais barato, R$ 9,74.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Claudinei Lima PLR$ 2,2 mil · 7 votosR$ 315
  • José Vidal PVR$ 5,8 mil · 33 votosR$ 177
  • Zé Farinha PVR$ 3,3 mil · 24 votosR$ 138
  • Reginaldo PVR$ 5,5 mil · 62 votosR$ 88,5
  • Evanir Da Agrosouza PVR$ 4,1 mil · 58 votosR$ 70,6
  • Edézio DEMR$ 2,1 mil · 55 votosR$ 38,9
  • Marcão PTBR$ 5,8 mil · 157 votosR$ 37,1
  • Gilmar Egidio PSDBR$ 4,6 mil · 246 votosR$ 18,5
  • Coquinho DEMR$ 2,1 mil · 149 votosR$ 14,4
  • Zé Matraca PSDBR$ 2,2 mil · 190 votosR$ 11,8
  • Professor Dori PLR$ 2,1 mil · 220 votosR$ 9,74

Votos por real

  • 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.