Marangon
Antonio Marangon · nasceu em 1951
Marangon disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Palmeira das Missões (RS)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 52 anos, superior completo, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Marangon declarou ao TSE R$ 180 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Palmeira das Missões (RS) · PT · não eleito
De onde veio
- Pessoas38 pessoas, não nomeadasR$ 118,5 mil65,9%
- Próprio bolsoR$ 17,9 mil10%
- PartidoTudo de Partido Dos Trabalhadores Palmeira Das MissõesR$ 9.7745,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.2251,8%
- OutrosR$ 65< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Palmeira das Missões (RS), 2004
Marangon: R$ 20,8 por voto (mediana da disputa, R$ 15,5). Quem venceu, Celso Valduga, gastou R$ 15,5 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marangon. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marangon PTR$ 180 mil · 8.654 votosR$ 20,8
- Celso Valduga PDTR$ 150 mil · 9.678 votosR$ 15,5
Votos por real
- 2004, prefeito: 48 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.