Manoel Mota
Manoel Mota Filho · nasceu em 1944
Manoel Mota se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 72 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Manoel Mota declarou R$ 5,1 mi em bens, em reais de hoje: 174 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 8,2 mi, já descontada a inflação.
Declarou 174 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Manoel MotaR$ 5,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Área 121 hectaresR$ 1,6 miTerreno rural
- LoteamentoR$ 1,3 miTerreno
- Área 60 hectaresR$ 812,3 milTerreno rural
- MoradiaR$ 812,3 milCasa
- Em belo horizonteR$ 487,4 milApartamento
- Fox 1.6R$ 60,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Bros 150R$ 5.686Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Manoel Mota declarou ao TSE R$ 9,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Bom Jesus do Amparo (MG) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 3.69762,6%
- TransporteR$ 1.09818,6%
- Material impressoR$ 5819,8%
- ServiçosR$ 4868,2%
- EscritórioR$ 470,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Bom Jesus do Amparo (MG), 2016
Manoel Mota: R$ 62,9 por voto (mediana da disputa, R$ 58,8). Quem venceu, Dendeco, gastou R$ 44,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 570; o mais barato, R$ 44,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Manoel Mota. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriano De Piedade PTR$ 9,1 mil · 16 votosR$ 570
- Dila PSBR$ 7,8 mil · 47 votosR$ 166
- Adriana De Rozalino MDBR$ 10 mil · 63 votosR$ 158
- Badaró PTBR$ 8,4 mil · 120 votosR$ 70,4
- Ernane PTBR$ 6,1 mil · 92 votosR$ 66,1
- Manoel Mota DEMR$ 5,9 mil · 94 votosR$ 62,9
- Edilene PLR$ 11 mil · 185 votosR$ 58,8
- Cida Do Sapé PLR$ 6,6 mil · 119 votosR$ 55,7
- Vicente Ribeiro MDBR$ 7,9 mil · 147 votosR$ 53,5
- Inez Santos MDBR$ 11 mil · 241 votosR$ 47,5
- Marcilon De Piba DEMR$ 8,6 mil · 189 votosR$ 45,4
- Dendeco PSBR$ 8,1 mil · 181 votosR$ 44,9
Votos por real
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.