Manoel Moço
Manoel José Moço · nasceu em 1950
Manoel Moço disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Carapebus (RJ)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 66 anos, ensino médio, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Manoel Moço declarou R$ 8,1 mi em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2016.
- Manoel MoçoR$ 8,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 413 mil
- Mediana dos eleitosR$ 780,7 mil
Cada quadrado, R$ 250 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Manoel Moço declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Prefeito · Carapebus (RJ) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de P. R. Viana Junior Arts Graficas - MeR$ 3.78953,8%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 3.23846%
- EscritórioR$ 160,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Carapebus (RJ), 2016
Manoel Moço: R$ 293 por voto (mediana da disputa, R$ 110). Quem venceu, Christiane Cordeiro, gastou R$ 20,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 293; o mais barato, R$ 20,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Manoel Moço. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Manoel Moço DEMR$ 7 mil · 24 votosR$ 293
- Alexandre Guedes REDER$ 5,1 mil · 41 votosR$ 124
- Luiz Fragoso PDTR$ 186 mil · 1.687 votosR$ 110
- Bernard Tavares PSDR$ 152 mil · 2.131 votosR$ 71,5
- Christiane Cordeiro PPR$ 130 mil · 6.201 votosR$ 20,9
Votos por real
- 2016, prefeito: 3,4 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.