Manoel Mendes
Manoel do Carmo Gomes Mendes · nasceu em 1949
Manoel Mendes disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Igarapé-Açu (PA)), pelo PSB: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 55 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Manoel Mendes declarou ao TSE R$ 88 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Igarapé-Açu (PA) · PSB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Eventos2 pessoas, não nomeadasR$ 27,7 mil31,5%
- TransporteTudo de Lima Aguiar Comércio LtdaR$ 20,1 mil22,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Igarapé-Açu (PA), 2004
Manoel Mendes: R$ 97 por voto (mediana da disputa, R$ 26). Quem venceu, Vicente Pedrosa, gastou R$ 26 por voto. O voto mais caro custou R$ 97; o mais barato, R$ 24,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Manoel Mendes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Manoel Mendes PSBR$ 88 mil · 905 votosR$ 97
- Vicente Pedrosa DEMR$ 168 mil · 6.462 votosR$ 26
- João Pereira PLR$ 131 mil · 5.425 votosR$ 24,1
Votos por real
- 2004, prefeito: 10 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.