Manoel do Pote
Manoel Martins · nasceu em 1939
Manoel do Pote se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PSB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 68 anos, até o fundamental, produtor agropecuário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Manoel do Pote declarou R$ 178 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoel do Pote declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 29 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Nova Friburgo (RJ) · PSB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 21,5 mil75,2%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.61412,6%
- EmpresasTudo de Idenilson Da Silva PimentelR$ 2.6779,4%
- PartidoR$ 7982,8%
Para onde foi
- EscritórioR$ 1120,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Friburgo (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 41,6 por voto. Quem venceu, Marcos Medeiros, gastou R$ 8,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,1; o mais barato, R$ 8,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Júlio Azambuja PDTR$ 69 mil · 708 votosR$ 98,1
- Vanor Cosme PSBR$ 50 mil · 602 votosR$ 83,5
- Roberto Wermelinger MDBR$ 138 mil · 1.684 votosR$ 82,2
- Sandro Gripp PTR$ 71 mil · 910 votosR$ 78,3
- Breder MDBR$ 74 mil · 1.149 votosR$ 64,1
- Luciano Faria PDTR$ 122 mil · 2.493 votosR$ 49
- Renato Abi-Râmia MDBR$ 112 mil · 2.684 votosR$ 41,6
- Nami Nassif PDTR$ 68 mil · 2.273 votosR$ 29,8
- Vanozinho PSCR$ 57 mil · 2.025 votosR$ 28
- Marcelo Verly PSDBR$ 64 mil · 2.580 votosR$ 24,7
- Serginho PPR$ 47 mil · 2.928 votosR$ 16
- Marcos Medeiros PTBR$ 48 mil · 5.550 votosR$ 8,62
Votos por real
- 2008, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 322 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.