Apuração
Prefeito · 2012 · PV

Manoel de Lima

nasceu em 1940

Manoel de Lima se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,13← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PV2012PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.

Sempre pelo PV.

PrefeitoVice-prefeitoPartidoPV200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 72 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Vila Flor (RN)
    PV 43· centro-esquerda
    eleito836 votos, 38,3%
  2. 2008
    Vice-prefeito · Vila Flor (RN)
    PV 31· centro-esquerda
    Na chapa de Aldinho
    chapa eleita1.058 votos da chapa, 55,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Manoel de Lima declarou R$ 2,3 mi em bens, em reais de hoje: 6,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 2 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,3 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.051.545 na declaração)

Declarou 6,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Norte em 2012.

  • Manoel de LimaR$ 2,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 350,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 457 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,3 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Manoel de Lima declarou ao TSE R$ 116 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Vila Flor (RN) · PV · eleito

De onde veio

R$ 115,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 115,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 109,9 mil95,1%
  2. PessoasR$ 5.6864,9%

Para onde foi

R$ 115,6 mil
O maior gasto foi com eventos: 30% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 115,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Clenilson Augusto Da Silva MeR$ 8.6647,5%
  2. EscritórioR$ 3.1262,7%

Quanto custou cada voto: prefeito, Vila Flor (RN), 2012

Manoel De Lima: R$ 138 por voto (mediana da disputa, R$ 47,9). O voto mais caro custou R$ 277; o mais barato, R$ 39,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 7,2 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.