Manoel da Ladeira
Manoel de Sousa Mendes Neto · nasceu em 1963
Manoel da Ladeira se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PV (2004–2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004Vice-prefeito · São José do Peixe (PI)PV 23· centro-esquerdaNa chapa de Valdemar Santoschapa não eleita1.046 votos da chapa, 47,6%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Manoel da Ladeira declarou R$ 243,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 181,7 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- Manoel da LadeiraR$ 243,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencial com 360 M2R$ 81,2 milCasa
- Propriedade rural com area de 26 hectaresR$ 81,2 milTerreno rural
- Proprieda rural com area de 34 hectaresR$ 48,7 milTerreno rural
- Gol 1.0, ano 2012/2013, pretoR$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Manoel da Ladeira declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São José do Peixe (PI) · DEM · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 2.83059,4%
- PessoasR$ 1.15924,3%
- Próprio bolsoR$ 77816,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.26156,7%
- Material impressoR$ 1.16029,1%
- ServiçosR$ 56614,2%
- EscritórioR$ 1< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, São José do Peixe (PI), 2020
Manoel Da Ladeira: R$ 62,3 por voto (mediana da disputa, R$ 36). Quem venceu, Augusto, gastou R$ 23,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 403; o mais barato, R$ 23,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Manoel Da Ladeira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Francisca Mota PTR$ 3,6 mil · 9 votosR$ 403
- Louro Campelo DEMR$ 2,7 mil · 19 votosR$ 143
- Manoel Da Ladeira DEMR$ 4 mil · 64 votosR$ 62,3
- Luiz Neves DEMR$ 6,2 mil · 100 votosR$ 62,3
- Annercia Lima DEMR$ 7,9 mil · 132 votosR$ 60,1
- Geraldino PTR$ 3,9 mil · 98 votosR$ 40
- Da Guia PTR$ 3,5 mil · 96 votosR$ 36
- Tetê MDBR$ 2,8 mil · 103 votosR$ 27,4
- Marim MDBR$ 2,2 mil · 83 votosR$ 26,6
- Henrique Monteiro PTR$ 3,9 mil · 155 votosR$ 25,3
- Antonio Luiz PTR$ 4,5 mil · 178 votosR$ 25,3
- Augusto PTR$ 3,4 mil · 146 votosR$ 23,4
Votos por real
- 2020, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.