Henrique de Mutango
Carlos Henrique de Souza · nasceu em 1959
Henrique de Mutango se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2012), PSB (2016), PODE (2018–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroPODE 19630· direitasuplente3.670 votos; 344º mais votado de 2.242 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Henrique de Mutango teve 3.670 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 344º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 39 cidades. São Fidélis deu 91,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Henrique de Mutango declarou R$ 229,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 218,5 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2020.
- Henrique de MutangoR$ 229,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 333,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 551,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Henrique de Mutango declarou ao TSE R$ 443 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 376 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · São Fidélis (RJ) · PODE · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Trabalhista Nacional - PtnR$ 28,3 mil87%
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 4.24613%
Para onde foi
- Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 3.53812,5%
- ServiçosR$ 1.2744,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, São Fidélis (RJ), 2020
Henrique De Mutango: R$ 55,5 por voto (mediana da disputa, R$ 54,3). Quem venceu, Amarildo Do Hospital, gastou R$ 55,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,9; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Henrique De Mutango. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Oberlan Plouvier MDBR$ 106 mil · 1.612 votosR$ 65,9
- Amarildo Do Hospital SOLIDARIEDADER$ 490 mil · 8.779 votosR$ 55,8
- Henrique De Mutango PODER$ 28 mil · 510 votosR$ 55,5
- Dr. Sebastião Neto PSOLR$ 40 mil · 740 votosR$ 54,3
- Higor Porto PSCR$ 245 mil · 6.467 votosR$ 37,8
- Celsinho Do Gás REPUBLICANOSR$ 118 mil · 4.594 votosR$ 25,8
Votos por real
- 2020, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 210 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 160 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.