Mano da Caçamba
Armando Lima · nasceu em 1952
Mano da Caçamba se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mano da Caçamba declarou R$ 7,8 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 4,4 mi acima da inflação.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2016.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Escritura n. 13.698R$ 3,2 miTerreno
- Escritura N.12.749R$ 3,2 miTerreno
- Casa localizada na rua jose linsR$ 812,3 milCasa
- Participação no capital socialR$ 243,7 milQuotas ou quinhões de capital
- Caminhonete VW amarok 4X4 ANO/MOD.2012/2013R$ 130 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhao a diesel ano/mod. 1995R$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mano da Caçamba declarou ao TSE R$ 100 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 43 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Penedo (AL) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 29,2 mil68,1%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 12 mil27,9%
- Outros candidatosR$ 1.7164%
Para onde foi
- Pessoal14 pessoas, não nomeadasR$ 9.55322,3%
- OutrosR$ 1.2142,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8101,9%
- ServiçosR$ 7121,7%
- EscritórioR$ 990,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Penedo (AL), 2016
Mano Da Caçamba: R$ 58,9 por voto (mediana da disputa, R$ 33,3). Quem venceu, João Lucas, gastou R$ 13 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,2; o mais barato, R$ 13.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mano Da Caçamba. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anselmo Moreira PSLR$ 20 mil · 226 votosR$ 90,2
- Marcelo Pereira MOBILIZAR$ 43 mil · 547 votosR$ 78,4
- Mano Da Caçamba MDBR$ 43 mil · 727 votosR$ 58,9
- Alessandra Andrade PSDR$ 26 mil · 523 votosR$ 49,8
- Derivan Thomaz SOLIDARIEDADER$ 29 mil · 798 votosR$ 36,3
- Messias Da Filó PDTR$ 22 mil · 657 votosR$ 33,5
- Nelsinho DCR$ 29 mil · 876 votosR$ 33,3
- Roberto Da Farmácia PRTBR$ 23 mil · 814 votosR$ 28,7
- Junior Do Tó PDTR$ 25 mil · 1.019 votosR$ 24,7
- Valdinho Monteiro PSDBR$ 26 mil · 1.104 votosR$ 23,5
- Fagner Matias PDTR$ 28 mil · 1.238 votosR$ 22,4
- João Lucas PRTBR$ 26 mil · 2.009 votosR$ 13
Votos por real
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.