Magalhães do Proerd
Gilson Monteiro Magalhães · nasceu em 1968
Magalhães do Proerd se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSC (2008), PV (2010), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 44 anos, superior completo, policial militar. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · RondôniaPV 43190· centro-esquerda· na urna, Magalhaessuplente541 votos; 167º mais votado de 301 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Magalhães do Proerd teve 541 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 167º lugar entre 301 candidatos.
Recebeu votos em 13 cidades. Vilhena deu 82,4% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Magalhães do Proerd declarou R$ 57 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 19,2 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2012.
- Magalhães do ProerdR$ 57 mil
- Mediana dos candidatosR$ 83,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Magalhães do Proerd declarou ao TSE R$ 94 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 79 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Vilhena (RO) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 44,6 mil56,3%
- Outros candidatosR$ 24,9 mil31,4%
- Próprio bolsoR$ 8.66410,9%
- PartidoR$ 1.0741,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 62,4 mil78,7%
- PessoalR$ 10,7 mil13,5%
- Material impressoR$ 4.3135,4%
- OutrosR$ 1.3001,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5420,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Vilhena (RO), 2012
Magalhães Do Proerd: R$ 389 por voto (mediana da disputa, R$ 106). Quem venceu, Celio Batista, gastou R$ 59,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 454; o mais barato, R$ 59,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Magalhães Do Proerd. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Missionario Tibes CIDADANIAR$ 85 mil · 188 votosR$ 454
- Magalhães Do Proerd PSDR$ 79 mil · 204 votosR$ 389
- Pastor Campos PTBR$ 86 mil · 347 votosR$ 248
- Mauro Bil PTR$ 78 mil · 359 votosR$ 217
- Professor Ronaldo MDBR$ 105 mil · 778 votosR$ 135
- Heloisa Bueno PPR$ 80 mil · 720 votosR$ 111
- Junior Donadon MDBR$ 116 mil · 1.100 votosR$ 106
- Vera Da Farmacia PPR$ 80 mil · 832 votosR$ 95,8
- Candinho PSDR$ 85 mil · 947 votosR$ 89,7
- Jairo Peixoto PPR$ 86 mil · 978 votosR$ 88,4
- Marta Moreira PSCR$ 84 mil · 1.312 votosR$ 64,4
- Celio Batista PPR$ 77 mil · 1.297 votosR$ 59,7
Votos por real
- 2012, vereador: 2,6 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 80 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.