Madruga
Jocemar Roberto Madruga · nasceu em 1966
Madruga se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PC do B (2004–2006), PT (2008), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2006Deputado estadual · ParanáPC do B 65111· esquerdasuplente5.896 votos; 160º mais votado de 519 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Madruga teve 5.896 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 160º lugar entre 519 candidatos.
Recebeu votos em 73 cidades. Francisco Beltrão deu 87,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Madruga declarou R$ 617 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 497,7 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2016.
- MadrugaR$ 617 mil
- Mediana dos candidatosR$ 487,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 633,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa edificada e imovel lote urbano n. 14 da quadra 65R$ 320,1 milCasa
- Sala comercial edificada sobre o lote urbano n. 14 da…R$ 224,2 milSala ou conjunto
- Dinheiro em espécieR$ 65 milDinheiro em espécie
- Participação na quota capital da empresa escritório…R$ 4.387Quotas ou quinhões de capital
- Banco do brasil ag 0616R$ 3.340Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Madruga declarou ao TSE R$ 395 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 235 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Francisco Beltrão (PR) · PDT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 121,4 mil51,6%
- Pessoas17 pessoas, não nomeadasR$ 114 mil48,4%
Para onde foi
- Pessoal23 pessoas, não nomeadasR$ 31,8 mil13,5%
- EscritórioR$ 10,8 mil4,6%
- EventosR$ 5.0442,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Francisco Beltrão (PR), 2016
Madruga: R$ 36 por voto (mediana da disputa, R$ 25,3). Quem venceu, Cleber Fontana, gastou R$ 19,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 36; o mais barato, R$ 19,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Madruga. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Madruga PDTR$ 235 mil · 6.531 votosR$ 36
- Cantelmo Neto MDBR$ 399 mil · 15.795 votosR$ 25,3
- Cleber Fontana PSDBR$ 490 mil · 25.585 votosR$ 19,1
Votos por real
- 2016, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 67 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 99 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.