Madalena Chaves
Maria Madalena de Moura Chaves · nasceu em 1927
Madalena Chaves disputou uma eleição, em 2004, para prefeita (Canto do Buriti (PI)), pelo PTB: não eleita.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2004, não eleita.
Declarou ao TSE em 2004: 77 anos, ensino médio, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Madalena Chaves declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeita · Canto do Buriti (PI) · PTB · não eleita
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeita, Canto do Buriti (PI), 2004
Madalena Chaves: R$ 9,85 por voto (mediana da disputa, R$ 9,85). Quem venceu, Dr. Nilmar, gastou R$ 20,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,1; o mais barato, R$ 4,04.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Madalena Chaves. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eurimar Nunes PPR$ 91 mil · 2.318 votosR$ 39,1
- Dr. Nilmar CIDADANIAR$ 75 mil · 3.603 votosR$ 20,9
- Madalena Chaves PTBR$ 30 mil · 3.043 votosR$ 9,85
- Pereca DEMR$ 7,9 mil · 1.951 votosR$ 4,04
Votos por real
- 2004, prefeita: 102 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.