Luizinho
Luiz Wanderlei de Castro · nasceu em 1963
Luizinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PV (2004–2016), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Comendador Gomes (MG)REPUBLICANOS 10· direitaNa chapa de Zé do Amadorchapa não eleita1.226 votos da chapa, 49,5%
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Luizinho declarou R$ 524,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 101,4 mil, já descontada a inflação.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 189 Bovinos a um preço medio de 1800R$ 375,8 milRebanho e animais
- Uma parte de terrsa com area 10R$ 83,8 milOutros bens imóveis rural
- Capital social sicoob frutalR$ 26,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Saldo em conta agencia b.brasil do dia 12/08/2024R$ 23,1 milConta corrente no país
- Saldo em conta agencia sicoob frutal no dia 12/08/2024R$ 11,9 milConta corrente no país
- Uma gleba de terra area 31R$ 3.314Outros bens imóveis rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Luizinho declarou ao TSE R$ 53 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Comendador Gomes (MG) · PV · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,4 mil88,2%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Jeronimo Santana Neto PrefeitoR$ 1.39311,8%
Para onde foi
- ServiçosTudo de Eleicao 2016 Jeronimo Santana Neto PrefeitoR$ 1.29511%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8106,9%
- EscritórioR$ 520,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Comendador Gomes (MG), 2016
Luizinho: R$ 56 por voto (mediana da disputa, R$ 56). Quem venceu, Rogério Do Baianinho, gastou R$ 26,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 158; o mais barato, R$ 26,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luizinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Serginho PHSR$ 6,2 mil · 39 votosR$ 158
- Assunciano DEMR$ 9,9 mil · 97 votosR$ 103
- Geila Miranda PSDBR$ 8,5 mil · 86 votosR$ 98,8
- Selma Do Ônibus PROSR$ 9,9 mil · 136 votosR$ 73,1
- Silvano Da Rádio PPR$ 6,8 mil · 94 votosR$ 72,7
- Sargento Requião MDBR$ 10 mil · 156 votosR$ 64,3
- Luizinho PVR$ 12 mil · 210 votosR$ 56
- Cueca PTR$ 9,5 mil · 178 votosR$ 53,5
- Reginaldo Silva PLR$ 9,8 mil · 184 votosR$ 53,2
- Dalvo Santana PTR$ 8,6 mil · 185 votosR$ 46,6
- Ecio MDBR$ 9,7 mil · 210 votosR$ 46,2
- Rogério Do Baianinho PSOLR$ 8 mil · 301 votosR$ 26,5
Votos por real
- 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 9,5 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 13 votos por R$ 1.000.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.