Luiz Orlando
Luiz Orlando Calvet Aquino · nasceu em 1959
Luiz Orlando se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: PDT (2002), DEM (2004), PC do B (2012), PSDB (2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 65 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2012
- 2004Vice-prefeito · Rosário (MA)DEM 25· direita· na urna, Luis OrlandoNa chapa de Raimundo Joãochapa não eleita3.391 votos da chapa, 19,9%
- 2002Deputado estadual · MaranhãoPDT 12390· centro-esquerda· na urna, Luiz Orlando Aquinosuplente2.604 votos; 147º mais votado de 417 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Luiz Orlando teve 2.604 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 147º lugar entre 417 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Rosário deu 85,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Luiz Orlando declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje: 6,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 22,6 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 6,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- Luiz OrlandoR$ 43,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz Orlando declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rosário (MA) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Rosário (MA), 2020
Mediana da disputa: R$ 13,8 por voto. Quem venceu, Professora Lucia Cavalcante, gastou R$ 7,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 7,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alexandre Aquino MDBR$ 20 mil · 180 votosR$ 109
- Badal MDBR$ 26 mil · 323 votosR$ 80,4
- Anselmo Bruno PSDBR$ 5,1 mil · 299 votosR$ 16,9
- Sandro Marinho PODER$ 6,2 mil · 375 votosR$ 16,5
- Michel De São Simão PODER$ 11 mil · 646 votosR$ 16,4
- Rosendinho MDBR$ 4,7 mil · 312 votosR$ 14,9
- Kiko PDTR$ 9,1 mil · 661 votosR$ 13,8
- Pedrosa Necó MDBR$ 3,5 mil · 325 votosR$ 10,9
- Carlos Do Remédio PC do BR$ 9 mil · 843 votosR$ 10,7
- Morena Da Pesca PODER$ 9,4 mil · 873 votosR$ 10,7
- Caio De Glorinha PDTR$ 3,1 mil · 346 votosR$ 9,06
- Professora Lucia Cavalcante PSDBR$ 4,7 mil · 593 votosR$ 7,97
Votos por real
- 2020, vereador: 358 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 405 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.