Carlos do Remédio
Carlos Alberto Serra da Costa · nasceu em 1974
Carlos do Remédio se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2008), AGIR (2012), PC do B (2016–2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Rosário (MA)UNIÃO 13· direitaNa chapa de Irlahichapa não eleita1.637 votos da chapa, 6,3%
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlos do Remédio declarou R$ 359,1 mil em bens, em reais de hoje: 53 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 345,6 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 53 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- Carlos do RemédioR$ 359,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlos do Remédio declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rosário (MA) · PC do B · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 12,6 mil83,2%
- Próprio bolsoR$ 2.54716,8%
Para onde foi
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 5.66162,6%
- Material impressoTudo de H T S AzevedoR$ 2.68929,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4254,7%
- EscritórioR$ 2703%
Quanto custou cada voto: vereador, Rosário (MA), 2020
Carlos Do Remédio: R$ 10,7 por voto (mediana da disputa, R$ 13,8). Quem venceu, Professora Lucia Cavalcante, gastou R$ 7,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 7,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Do Remédio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alexandre Aquino MDBR$ 20 mil · 180 votosR$ 109
- Badal MDBR$ 26 mil · 323 votosR$ 80,4
- Anselmo Bruno PSDBR$ 5,1 mil · 299 votosR$ 16,9
- Sandro Marinho PODER$ 6,2 mil · 375 votosR$ 16,5
- Michel De São Simão PODER$ 11 mil · 646 votosR$ 16,4
- Rosendinho MDBR$ 4,7 mil · 312 votosR$ 14,9
- Kiko PDTR$ 9,1 mil · 661 votosR$ 13,8
- Pedrosa Necó MDBR$ 3,5 mil · 325 votosR$ 10,9
- Carlos Do Remédio PC do BR$ 9 mil · 843 votosR$ 10,7
- Morena Da Pesca PODER$ 9,4 mil · 873 votosR$ 10,7
- Caio De Glorinha PDTR$ 3,1 mil · 346 votosR$ 9,06
- Professora Lucia Cavalcante PSDBR$ 4,7 mil · 593 votosR$ 7,97
Votos por real
- 2020, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.