Apuração
Vereador · 2008 · PT

Luiz Miguel

Luiz Miguel Martins Garcia · nasceu em 1971

Luiz Miguel se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PT.

VereadorPartidoPT200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 37 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Sud Mennucci (SP)
    PT 13013· centro-esquerda
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Sud Mennucci (SP)
    PT 13013· centro-esquerda
    eleito234 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Luiz Miguel declarou R$ 385,6 mil em bens, em reais de hoje: 7,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 385,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 143.000 na declaração)

Declarou 7,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Luiz MiguelR$ 385,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 385,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Luiz Miguel declarou ao TSE R$ 8,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Sud Mennucci (SP) · PT · suplente

De onde veio

R$ 6.378
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.378.
  1. PartidoR$ 5.35584%
  2. Próprio bolsoR$ 1.02316%

Para onde foi

R$ 6.378
O maior gasto foi com material impresso: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.378.
  1. Material impressoR$ 5.20581,6%
  2. OutrosR$ 91614,4%
  3. EscritórioR$ 2574%

Quanto custou cada voto: vereador, Sud Mennucci (SP), 2008

Luiz Miguel: R$ 49,4 por voto (mediana da disputa, R$ 17,2). Quem venceu, Elias Couto, gastou R$ 5,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,4; o mais barato, R$ 5,90.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Miguel. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 131 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.