Luiz Lacerda, Lacerda, Luiz
Luiz Augudto Bentim de Lacerda · nasceu em 1947
Luiz Lacerda, Lacerda, Luiz disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Ribeirão Claro (PR)), pelo CIDADANIA: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 57 anos, superior incompleto. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Luiz Lacerda, Lacerda, Luiz declarou ao TSE R$ 144 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Ribeirão Claro (PR) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- EscritórioR$ 5.7184%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ribeirão Claro (PR), 2004
Luiz Lacerda, Lacerda, Luiz: R$ 121 por voto (mediana da disputa, R$ 21,3). Quem venceu, Kiko, gastou R$ 5,58 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 5,58.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Lacerda, Lacerda, Luiz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Lacerda, Lacerda, Luiz CIDADANIAR$ 144 mil · 1.195 votosR$ 121
- Professor Nilton PTR$ 5,9 mil · 275 votosR$ 21,3
- Kiko PSDBR$ 27 mil · 4.784 votosR$ 5,58
Votos por real
- 2004, prefeito: 8,3 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.