Luiz dos Livros
Luiz Carlos Quitzan · nasceu em 1945
Luiz dos Livros se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2002–2004), PSOL (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 62 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado federal · São PauloPT 1345· centro-esquerdasuplente9.170 votos; 230º mais votado de 703 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Luiz dos Livros teve 9.170 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 230º lugar entre 703 candidatos.
Recebeu votos em 533 cidades. São Paulo deu 24,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 50,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Luiz dos Livros declarou R$ 122,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Luiz dos LivrosR$ 122,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz dos Livros declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 35 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · São Paulo (SP) · PSOL · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 5.62346%
- EmpresasR$ 4.68538,3%
- PartidoR$ 1.1119,1%
- Próprio bolsoR$ 8036,6%
Para onde foi
- OutrosR$ 7.40360,7%
- Material impressoR$ 4.17434,2%
- EscritórioR$ 3562,9%
- TransporteR$ 2682,2%
Quanto custou cada voto: vereador, São Paulo (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 64,4 por voto. Quem venceu, Goulart, gastou R$ 29,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 187; o mais barato, R$ 29,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Robson Tuma PTBR$ 4,8 milhões · 25.699 votosR$ 187
- Vilson PTR$ 3,1 milhões · 17.935 votosR$ 174
- Prof. Adalberto - Tim Maia PTR$ 2,4 milhões · 18.331 votosR$ 129
- Antonio Carlos Rodrigues PLR$ 4,7 milhões · 43.601 votosR$ 108
- Jamil Murad PC do BR$ 2,5 milhões · 28.145 votosR$ 89,9
- Eliseu Gabriel PSBR$ 2,8 milhões · 31.602 votosR$ 87,7
- Alfredinho PTR$ 2,2 milhões · 33.417 votosR$ 64,4
- Milton Leite DEMR$ 4,5 milhões · 80.051 votosR$ 56,8
- Vereador Netinho PSDBR$ 2,7 milhões · 54.726 votosR$ 48,6
- Arselino Tatto PTR$ 2,5 milhões · 59.292 votosR$ 42,9
- Mara Gabrilli PSDBR$ 2,4 milhões · 79.912 votosR$ 29,5
- Goulart MDBR$ 2,6 milhões · 90.054 votosR$ 29,4
Votos por real
- 2008, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 581 votos por R$ 1.000, 6,8 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 1.831 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.