Apuração
Vereador · 2020 · PT

Luiz do Sindicato

Luiz Carlos de Aquino · nasceu em 1966

Luiz do Sindicato se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PT2016PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Sempre pelo PT.

VereadorPartidoPT20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PT 13222· esquerda
    suplente96 votos
  2. 2016
    PT 13222· centro-esquerda
    eleito139 votos
  3. 2012
    PT 13222· centro-esquerda
    eleito380 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Luiz do Sindicato declarou R$ 197,5 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 54,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 197,5 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 137.500 na declaração)

Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Luiz do SindicatoR$ 197,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 197,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Imovel ruralR$ 69 mil
    Terra nua
  2. Imovel ruralR$ 64,6 mil
    Terra nua
  3. Veiculo automotorR$ 27,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. TerrenoR$ 24,4 mil
    Terreno
  5. Disponivel em maosR$ 7.182
    Moeda estrangeira em espécie
  6. Veiculo motocicletaR$ 5.028
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz do Sindicato declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Mendes Pimentel (MG) · PT · suplente

De onde veio

R$ 2.389
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.389.
  1. Próprio bolsoR$ 1.36657,2%
  2. PessoasR$ 1.02342,8%

Para onde foi

R$ 2.247
O maior gasto foi com transporte: 33% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.247.
  1. TransporteR$ 74032,9%
  2. Material impressoR$ 71531,8%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 50922,7%
  4. ServiçosR$ 28312,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Mendes Pimentel (MG), 2020

Luiz Do Sindicato: R$ 23,4 por voto (mediana da disputa, R$ 23,4). Quem venceu, Edson Onesimo, gastou R$ 6,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.107; o mais barato, R$ 6,07.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Do Sindicato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.