Luiz do Sindicato
Luiz Carlos de Aquino · nasceu em 1966
Luiz do Sindicato se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Luiz do Sindicato declarou R$ 197,5 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 54,4 mil acima da inflação.
Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Luiz do SindicatoR$ 197,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel ruralR$ 69 milTerra nua
- Imovel ruralR$ 64,6 milTerra nua
- Veiculo automotorR$ 27,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- TerrenoR$ 24,4 milTerreno
- Disponivel em maosR$ 7.182Moeda estrangeira em espécie
- Veiculo motocicletaR$ 5.028Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz do Sindicato declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mendes Pimentel (MG) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.36657,2%
- PessoasR$ 1.02342,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 74032,9%
- Material impressoR$ 71531,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 50922,7%
- ServiçosR$ 28312,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Mendes Pimentel (MG), 2020
Luiz Do Sindicato: R$ 23,4 por voto (mediana da disputa, R$ 23,4). Quem venceu, Edson Onesimo, gastou R$ 6,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.107; o mais barato, R$ 6,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Do Sindicato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zeni Pereira PSDBR$ 2,2 mil · 2 votosR$ 1.107
- Simone Neta Da Safica PSDBR$ 2,2 mil · 4 votosR$ 553
- Joaozinho Da Moto PSDBR$ 2,2 mil · 15 votosR$ 148
- Geraldo Medina PSDBR$ 4,8 mil · 106 votosR$ 44,8
- Dr Edilberto PSDBR$ 4,4 mil · 158 votosR$ 28,1
- Batista Da Saude PPR$ 2,6 mil · 101 votosR$ 25,6
- Luiz Do Sindicato PTR$ 2,2 mil · 96 votosR$ 23,4
- Tia Leo Professora PPR$ 1,9 mil · 104 votosR$ 18,6
- Ze Bastiana PSDBR$ 2,2 mil · 147 votosR$ 15,1
- Pireque PSDBR$ 2,2 mil · 154 votosR$ 14,4
- Pretinha Do Mauro Bernardo PDTR$ 1,8 mil · 149 votosR$ 11,9
- Edson Onesimo PDTR$ 3,3 mil · 542 votosR$ 6,07
Votos por real
- 2020, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.