Luiz do Sindicato
Luiz Carlos Diniz · nasceu em 1964
Luiz do Sindicato se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSL (2008), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Luiz do Sindicato declarou R$ 570,8 mil em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 438,4 mil acima da inflação.
Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Luiz do SindicatoR$ 570,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel rural de 2R$ 502,8 milTerreno rural
- Crosfox placa hcy 2132 em nome da esposa lazara maria das…R$ 28,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote de terreno urbano no bairro sapucaia II em contagemR$ 27,4 milTerreno
- Saldo em conta corrente no sicoob crucilandiaR$ 4.710Conta corrente no país
- Moto cg titan 150 2006R$ 4.309Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Honda bizR$ 2.873Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz do Sindicato declarou ao TSE R$ 5,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,1 mil, 48% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Crucilândia (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.10852,1%
- Próprio bolsoR$ 59427,9%
- PessoasR$ 42520%
Para onde foi
As contas de 2020 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.
Quanto custou cada voto: vereador, Crucilândia (MG), 2020
Luiz Do Sindicato: R$ 1,35 por voto (mediana da disputa, R$ 4,20). Quem venceu, Elvecio Luis, gastou R$ 1,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 61; o mais barato, R$ 1,04.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Do Sindicato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Guilherme Do Celso PDTR$ 13 mil · 213 votosR$ 61
- Alexson Da Saúde PPR$ 12 mil · 219 votosR$ 54,4
- Irene Alves PPR$ 396 · 14 votosR$ 28,3
- Deyvison Passa N Agua PDTR$ 347 · 79 votosR$ 4,39
- Lutinho Penido SOLIDARIEDADER$ 382 · 91 votosR$ 4,20
- Pastora Fernanda SOLIDARIEDADER$ 279 · 70 votosR$ 3,98
- Josilene Professora PDTR$ 85 · 30 votosR$ 2,83
- Luiz Do Sindicato MDBR$ 170 · 126 votosR$ 1,35
- Elvecio Luis SOLIDARIEDADER$ 127 · 122 votosR$ 1,04
Votos por real
- 2020, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa (contas parciais).
- 2016, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.