Luiz Silva
Luiz Carlos Borges Machado da Silva · nasceu em 1962
Luiz Silva se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, superior completo, contador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Luiz Silva declarou R$ 188,5 mil em bens, em reais de hoje: 8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 137,6 mil acima da inflação.
Declarou 8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Luiz SilvaR$ 188,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Imovel resdencia situado rua jose peruchiR$ 120,2 milCasa
- Veiculo honda fit cor prata ano 2008 placa eek 2231R$ 43,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especie moeda nacionalR$ 19,5 milConta corrente no país
- Veiculo fusca ano 1971 verdeR$ 4.549Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta corrente banco do brasil ag 6538-7516-7R$ 361Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luiz Silva declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cordeirópolis (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 11 mil78,2%
- PessoasR$ 1.70312,1%
- Outros candidatosR$ 8426%
- PartidoR$ 5333,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 9.24465,5%
- Material impressoR$ 2.58718,3%
- TransporteR$ 2.06614,6%
- EscritórioR$ 1761,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 320,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Cordeirópolis (SP), 2016
Luiz Silva: R$ 71,2 por voto (mediana da disputa, R$ 52,6). Quem venceu, Antonio Lemão, gastou R$ 29,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 393; o mais barato, R$ 19,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Silva. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Josias Panaggio MDBR$ 15 mil · 38 votosR$ 393
- Leão REPUBLICANOSR$ 7,4 mil · 21 votosR$ 351
- Coleta PHSR$ 12 mil · 99 votosR$ 123
- Sergio Balthazar PTR$ 22 mil · 194 votosR$ 113
- Luiz Silva MDBR$ 14 mil · 198 votosR$ 71,2
- Alceu Guimarães CIDADANIAR$ 11 mil · 163 votosR$ 66,8
- Paulinho Do Povo PDTR$ 8,2 mil · 156 votosR$ 52,6
- Tião Dutra PTR$ 8,3 mil · 166 votosR$ 50,2
- Marco Gomes PDTR$ 7,3 mil · 194 votosR$ 37,5
- Nivaldo Menezes PDTR$ 6,9 mil · 204 votosR$ 34
- Antonio Lemão PTR$ 8,2 mil · 279 votosR$ 29,4
- Biela PTBR$ 8,2 mil · 428 votosR$ 19,1
Votos por real
- 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.