Coleta
Antonio Carlos Dela Coleta · nasceu em 1947
Coleta se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PHS.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 68 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado federal · São PauloPHS 3126· centro-direitanão eleito465 votos; 888º mais votado de 1.318 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Coleta teve 465 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 888º lugar entre 1.318 candidatos.
Recebeu votos em 24 cidades. Cordeirópolis deu 86,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Coleta declarou R$ 81,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 67,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- ColetaR$ 81,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Coleta declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cordeirópolis (SP) · PHS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.48052%
- PessoasR$ 5.82946,7%
- Outros candidatosR$ 1621,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.64979,1%
- ServiçosR$ 1.0018,2%
- PessoalR$ 8917,3%
- TransporteR$ 5704,7%
- EscritórioR$ 520,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 320,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Cordeirópolis (SP), 2016
Coleta: R$ 123 por voto (mediana da disputa, R$ 52,6). Quem venceu, Antonio Lemão, gastou R$ 29,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 393; o mais barato, R$ 19,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Coleta. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Josias Panaggio MDBR$ 15 mil · 38 votosR$ 393
- Leão REPUBLICANOSR$ 7,4 mil · 21 votosR$ 351
- Coleta PHSR$ 12 mil · 99 votosR$ 123
- Sergio Balthazar PTR$ 22 mil · 194 votosR$ 113
- Luiz Silva MDBR$ 14 mil · 198 votosR$ 71,2
- Alceu Guimarães CIDADANIAR$ 11 mil · 163 votosR$ 66,8
- Paulinho Do Povo PDTR$ 8,2 mil · 156 votosR$ 52,6
- Tião Dutra PTR$ 8,3 mil · 166 votosR$ 50,2
- Marco Gomes PDTR$ 7,3 mil · 194 votosR$ 37,5
- Nivaldo Menezes PDTR$ 6,9 mil · 204 votosR$ 34
- Antonio Lemão PTR$ 8,2 mil · 279 votosR$ 29,4
- Biela PTBR$ 8,2 mil · 428 votosR$ 19,1
Votos por real
- 2016, vereador: 8,1 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 38 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 39 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.