Apuração
Vereador · 2016 · DEM

Luiz Carlos

Luiz Carlos Cardoso · nasceu em 1980

Luiz Carlos se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,72← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012DEM2016DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo DEM.

VereadorPartidoDEM201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    DEM 25123· direita
    suplente56 votos
  2. 2012
    DEM 25666· direita
    candidatura não chegou à urna99 votos
  3. 2012
    DEM 25666· direita
    eleito99 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Luiz Carlos declarou R$ 21,9 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 21,9 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.000 na declaração)

Declarou 28% da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.

  • Luiz CarlosR$ 21,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 21,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Luiz Carlos declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Ribeirãozinho (MT) · DEM · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 7.928
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.928.
  1. Próprio bolsoR$ 6.15277,6%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.77622,4%

Para onde foi

R$ 7.928
O maior gasto foi com material impresso: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.928. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Grafica Multicor LtdaR$ 5.87074%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 3254,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Ribeirãozinho (MT), 2012

Luiz Carlos: R$ 80,1 por voto (mediana da disputa, R$ 214). Quem venceu, Parentinho, gastou R$ 79,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.460; o mais barato, R$ 79,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.