Luiz Alberto
Luiz Alberto da Cruz · nasceu em 1962
Luiz Alberto se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), CIDADANIA (2006), PP (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2006Deputado estadual · ParáCIDADANIA 23615· centrosuplente7.860 votos; 102º mais votado de 415 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Luiz Alberto teve 7.860 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 102º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 27 cidades. Santarém deu 84,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Luiz Alberto declarou R$ 134,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 170,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2012.
- Luiz AlbertoR$ 134,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 43,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Luiz Alberto declarou ao TSE R$ 100 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 65 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Santarém (PA) · PP · eleito
De onde veio
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 23,1 mil66%
- Próprio bolsoR$ 9.96428,4%
- Outros candidatosTudo de Eleição 2012 Raimunda Lucineide Gonçalves PinheiroR$ 1.9675,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.0078,6%
- EscritórioR$ 2.6697,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.7985,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Santarém (PA), 2012
Mediana da disputa: R$ 53,9 por voto. Quem venceu, Júnior Tapajós, gastou R$ 21,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 136; o mais barato, R$ 21,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vagner Barroso DEMR$ 140 mil · 1.035 votosR$ 136
- Darllan Maia PSBR$ 88 mil · 812 votosR$ 109
- Baixinho Da Construção PSCR$ 89 mil · 1.088 votosR$ 82,1
- Marcílio Cabral MOBILIZAR$ 80 mil · 1.119 votosR$ 71,5
- Paulo Gasolina DEMR$ 78 mil · 1.128 votosR$ 69
- Erasmo Maia DEMR$ 129 mil · 2.306 votosR$ 56,1
- Chiquinho Da Umes PSDBR$ 102 mil · 1.890 votosR$ 53,9
- Reginaldo Campos PSBR$ 169 mil · 3.281 votosR$ 51,6
- Henderson Pinto DEMR$ 156 mil · 3.616 votosR$ 43,2
- Ney Santana PSDBR$ 94 mil · 4.009 votosR$ 23,4
- Emir Aguiar PLR$ 78 mil · 3.385 votosR$ 23,1
- Júnior Tapajós MDBR$ 81 mil · 3.697 votosR$ 21,9
Votos por real
- 2012, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 121 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.