Chiquinho
Francisco de Sousa · nasceu em 1974
Chiquinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado federal · ParáPSDB 4523· centro-direitasuplente5.353 votos; 61º mais votado de 174 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Chiquinho teve 5.353 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 174 candidatos.
Recebeu votos em 97 cidades. Santarém deu 53,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Chiquinho declarou R$ 321,5 mil em bens, em reais de hoje: 56 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 246 mil acima da inflação.
Declarou 56 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.
- ChiquinhoR$ 321,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Chiquinho declarou ao TSE R$ 445 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 167 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santarém (PA) · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 24,3 mil78,7%
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 4.45814,4%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Alexandre Raimundo De Vasconcelos Wanghon PrefeitoR$ 2.1286,9%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.4574,7%
- EscritórioR$ 2< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Santarém (PA), 2016
Mediana da disputa: R$ 22,2 por voto. Quem venceu, Prof. Maria José Maia, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,8; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ademir Campelo PSBR$ 46 mil · 895 votosR$ 50,8
- Aguinaldo Promissoria PODER$ 62 mil · 1.268 votosR$ 48,7
- Emir Aguiar PODER$ 86 mil · 2.246 votosR$ 38,4
- Geovani Aguiar PODER$ 62 mil · 1.694 votosR$ 36,4
- Alaercio Drogamil PRPR$ 67 mil · 1.904 votosR$ 35
- Ana Elvira Alho PTR$ 49 mil · 1.639 votosR$ 29,7
- Antonio Rocha MDBR$ 82 mil · 3.678 votosR$ 22,2
- Reginaldo Campos PSCR$ 75 mil · 3.837 votosR$ 19,4
- Henderson Pinto DEMR$ 63 mil · 3.266 votosR$ 19,4
- Alysson Pontes PSDR$ 71 mil · 3.956 votosR$ 17,9
- Ney Santana PSDBR$ 52 mil · 4.506 votosR$ 11,6
- Prof. Maria José Maia DEMR$ 44 mil · 4.038 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2016, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 37 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.