Apuração
Vereador · 2008 · PT

Luiz

Luiz Carlos Ott Goncalves · nasceu em 1965

Luiz disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Lajeado do Bugre (RS)), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 42 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PT 13456· centro-esquerda
    suplente29 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Luiz declarou R$ 60,7 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 60,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 22.500 na declaração)

Declarou 56% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • LuizR$ 60,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 60,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Um automovel volkswagen pampa 1993R$ 18,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  2. 1,0 Hectare de terraR$ 16,2 mil
    Bens rurais e animais
  3. Galpão de madeira 180 m²R$ 13,5 mil
    Imóveis
  4. Uma casa de madeira 64 m²R$ 8.089
    Imóveis
  5. Um ford corcel II ano 1979R$ 4.045
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Luiz declarou ao TSE R$ 4,3 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Lajeado do Bugre (RS) · PT · suplente

De onde veio

R$ 4.257
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 4.257
O maior gasto foi com outros: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.257.
  1. OutrosR$ 2.30354,1%
  2. TransporteR$ 1.23228,9%
  3. Material impressoR$ 72317%

Quanto custou cada voto: vereador, Lajeado do Bugre (RS), 2008

Luiz: R$ 147 por voto (mediana da disputa, R$ 71,6). Quem venceu, Zinho, gastou R$ 26 por voto. O voto mais caro custou R$ 169; o mais barato, R$ 26.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luiz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jairinho PTR$ 4,7 mil · 28 votosR$ 169
  • Pedro Almeida PDTR$ 5,7 mil · 36 votosR$ 159
  • Luiz PTR$ 4,3 mil · 29 votosR$ 147
  • Silvio MDBR$ 6,2 mil · 71 votosR$ 86,8
  • Tigrinho PPR$ 7,8 mil · 94 votosR$ 82,9
  • Zi Ávila PTR$ 5 mil · 67 votosR$ 74,9
  • Pingo PPR$ 5,8 mil · 81 votosR$ 71,6
  • Claudio PDTR$ 5,6 mil · 82 votosR$ 68,2
  • Negrinho MDBR$ 6,6 mil · 125 votosR$ 52,8
  • Maiquinho CIDADANIAR$ 7,1 mil · 137 votosR$ 51,7
  • Elizabete PTR$ 7,2 mil · 170 votosR$ 42,1
  • Zinho PDTR$ 3,3 mil · 128 votosR$ 26

Votos por real

  • 2008, vereador: 6,8 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.