Luis Garcia
nasceu em 1951
Luis Garcia se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2004–2012), PDT (2016), PTB (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 73 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Alvorada do Sul (PR)PSD 55· centro-direitaNa chapa de Marquinho Gasparellichapa eleita3.692 votos da chapa, 61,0%
- 2020Vice-prefeito · Alvorada do Sul (PR)PTB 55· centro-direitaNa chapa de Marcos Pinducachapa eleita3.554 votos da chapa, 70,8%
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004Vice-prefeito · Alvorada do Sul (PR)PTB 15· centro-direitaNa chapa de Joãozinhochapa não eleita1.097 votos da chapa, 18,2%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Luis Garcia declarou R$ 718 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 512,2 mil acima da inflação.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa em alvenariaR$ 331,4 milCasa
- 33,33% Terra rural, bairro pedregulho, localizado na…R$ 139,9 milTerra nua
- Fiat toro, ano 2020R$ 110,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo conta corrente banco do brasilR$ 60,7 milOutros bens e direitos
- Banco itau/unibancoR$ 58,2 milCaderneta de poupança
- Banco bradescoR$ 17,3 milCaderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Luis Garcia declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Alvorada do Sul (PR) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.72458,3%
- PessoasR$ 2.42938%
- Outros candidatosR$ 2363,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 3.96762,1%
- Material impressoR$ 1.19218,7%
- ServiçosR$ 97215,2%
- TransporteR$ 2594,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Alvorada do Sul (PR), 2016
Luis Garcia: R$ 36,7 por voto (mediana da disputa, R$ 42). Quem venceu, Diogo, gastou R$ 32,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 71,6; o mais barato, R$ 32.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luis Garcia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marcia DEMR$ 5 mil · 70 votosR$ 71,6
- Dr Celio PSDR$ 8,9 mil · 163 votosR$ 54,8
- Dias PSCR$ 5 mil · 108 votosR$ 46,4
- Dario Da Esperanca MDBR$ 4,8 mil · 109 votosR$ 43,6
- Cridinho PSDBR$ 4,9 mil · 115 votosR$ 42,9
- Edgard Canhin PTBR$ 6,7 mil · 160 votosR$ 42
- Luis Garcia PDTR$ 6,4 mil · 174 votosR$ 36,7
- Juquinha PSCR$ 8,8 mil · 245 votosR$ 36
- Reinaldo Gabriel PSCR$ 9,9 mil · 285 votosR$ 34,7
- Diogo PLR$ 8,9 mil · 277 votosR$ 32,1
- Anderson Borges PLR$ 5,3 mil · 167 votosR$ 32
Votos por real
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.