Apuração
Vereador · 2020 · DEM

Luis Filipe Morcego

Luis Filipe Fernandes de Rezende · nasceu em 1984

Luis Filipe Morcego disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Laguna (SC)), pelo DEM: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,71← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoDEM2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Laguna (SC)
    DEM 25125· direita
    suplente340 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Luis Filipe Morcego declarou R$ 524,3 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 524,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 365.000 na declaração)

Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.

  • Luis Filipe MorcegoR$ 524,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 524,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Luis Filipe Morcego declarou ao TSE R$ 9,3 mil em receitas, em reais de hoje, 15% de dinheiro público.

2020 · Vereador · Laguna (SC) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 9.264
15% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.264.
  1. Próprio bolsoR$ 4.37347,2%
  2. PessoasR$ 3.53838,2%
  3. Outros candidatosR$ 1.35314,6%

Para onde foi

R$ 9.257
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.257.
  1. Material impressoR$ 5.45358,9%
  2. InternetR$ 2.23524,1%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 8629,3%
  4. ServiçosR$ 7087,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Laguna (SC), 2020

Luis Filipe Morcego: R$ 27,2 por voto (mediana da disputa, R$ 37,2). Quem venceu, Edi Goulart Edinho, gastou R$ 13,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 635; o mais barato, R$ 13,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luis Filipe Morcego. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Carla Oliver DEMR$ 35 mil · 55 votosR$ 635
  • Marcinha Barreto DEMR$ 31 mil · 53 votosR$ 592
  • Jorginho Bonifacio DEMR$ 13 mil · 31 votosR$ 407
  • Elizete Conciliadora PSLR$ 7,8 mil · 51 votosR$ 153
  • Pedroso REPUBLICANOSR$ 7,4 mil · 139 votosR$ 53,3
  • Renato Borges PSLR$ 10 mil · 231 votosR$ 44,9
  • Kleber Da Kek PSLR$ 42 mil · 1.128 votosR$ 37,2
  • Luis Filipe Morcego DEMR$ 9,3 mil · 340 votosR$ 27,2
  • Dudu Carneiro PSLR$ 7,9 mil · 341 votosR$ 23,1
  • Sargento Sandro PSDR$ 8,8 mil · 410 votosR$ 21,4
  • Deise Cardoso MDBR$ 14 mil · 899 votosR$ 15,7
  • Edi Goulart Edinho PSDR$ 8,3 mil · 633 votosR$ 13,1

Votos por real

  • 2020, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.