Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Luis da Maringa

Luis Carlos de Melo · nasceu em 1967

Luis da Maringa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2008MDB2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004), MDB (2008–2016).

VereadorPartidoCIDADANIAMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Feliz Natal (MT)
    MDB 15123· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Feliz Natal (MT)
    MDB 15000· centro-direita
    suplente107 votos
  3. 2008
    Vereador · Feliz Natal (MT)
    MDB 15000· centro· na urna, Luiz da Maringá
    eleito146 votos
  4. 2004
    Vereador · Feliz Natal (MT)
    CIDADANIA 23555· centro· na urna, Luis da Maringá
    eleito177 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Luis da Maringa declarou R$ 12,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 14,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 12,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 7.600 na declaração)

Declarou 15% da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.

  • Luis da MaringaR$ 12,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 12,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Luis da Maringa declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Feliz Natal (MT) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 10,6 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 10,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 77% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,6 mil.
  1. PessoalR$ 8.14577,1%
  2. Material impressoR$ 2.39622,7%
  3. EscritórioR$ 160,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Feliz Natal (MT), 2016

Luis Da Maringa: R$ 105 por voto (mediana da disputa, R$ 73,6). Quem venceu, Sidônia Kessler, gastou R$ 42,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 459; o mais barato, R$ 42,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luis Da Maringa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 9,6 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 6,3 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 8,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.