Dr Luis
Luis Barros Silva · nasceu em 1970
Dr Luis se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PODE (2004), PTB (2008), REPUBLICANOS (2012), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Dr Luis declarou R$ 87,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 33,7 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 27% da mediana dos candidatos a prefeito em Alagoas em 2012.
- Dr LuisR$ 87,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 328,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 527,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dr Luis declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,1 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Campo Grande (AL) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Campo Grande (AL), 2012
Luis: R$ 6,19 por voto (mediana da disputa, R$ 62,1). Quem venceu, Miguel Higino, gastou R$ 62,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 74,9; o mais barato, R$ 6,19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cicero Pinheiro PDTR$ 222 mil · 2.965 votosR$ 74,9
- Miguel Higino PPR$ 191 mil · 3.068 votosR$ 62,1
- Luis REPUBLICANOSR$ 173 · 28 votosR$ 6,19
Votos por real
- 2012, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 192 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.