Apuração
Prefeito · 2008 · DEM

Lúcio Guerra

Mario Lúcio Barros Guerra · nasceu em 1949

Lúcio Guerra disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Tombos (MG)), pelo DEM: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoDEM2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 58 anos, até o fundamental, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Tombos (MG)
    DEM 25· direita
    não eleito2.488 votos, 42,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Lúcio Guerra declarou R$ 269,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 269,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 100.000 na declaração)

Declarou 56% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • Lúcio GuerraR$ 269,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 269,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Lúcio Guerra declarou ao TSE R$ 9,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Tombos (MG) · DEM · não eleito

De onde veio

R$ 9.451
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 9.451
O maior gasto foi com serviços: 33% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.451.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 3.09032,7%
  2. Material impresso2 pessoas, não nomeadasR$ 2.56027,1%
  3. Eventos1 pessoas, não nomeadasR$ 2.14222,7%
  4. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 1.58016,7%
  5. EscritórioR$ 800,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Tombos (MG), 2008

Lúcio Guerra: R$ 3,80 por voto (mediana da disputa, R$ 10,4). Quem venceu, Ivan, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 18,7; o mais barato, R$ 3,80.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lúcio Guerra. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 263 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.