Lucio Dela Posta
Lucio Leandro Dela Posta · nasceu em 1975
Lucio Dela Posta se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2004), PTB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 32 anos, ensino médio, mecânico de manutenção. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Lucio Dela Posta declarou R$ 21,6 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 40% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Lucio Dela PostaR$ 21,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lucio Dela Posta declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,9 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Cascalho Rico (MG) · PTB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.13172,6%
- Próprio bolsoR$ 80327,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cascalho Rico (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 81,1 por voto. Quem venceu, Gordo, gastou R$ 20,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 813; o mais barato, R$ 20,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Helton Pele PTBR$ 4,1 mil · 5 votosR$ 813
- Arlindo Brandão PSDBR$ 4,6 mil · 36 votosR$ 128
- Sargento Avenir PPR$ 17 mil · 141 votosR$ 122
- Julio Cesar Alves PTBR$ 4,5 mil · 50 votosR$ 90,9
- Angela Magalhães REPUBLICANOSR$ 6,9 mil · 76 votosR$ 90,3
- José Carlos Santos PTBR$ 4,4 mil · 50 votosR$ 88,2
- Fernando Leite PTR$ 7,1 mil · 88 votosR$ 81,1
- Lucimar Garcia PTBR$ 4,3 mil · 73 votosR$ 58,3
- Natália MDBR$ 4,6 mil · 86 votosR$ 53,1
- Jarbas Queiroz PSDBR$ 6,3 mil · 121 votosR$ 52,3
- José Borges MDBR$ 4,3 mil · 179 votosR$ 24
- Gordo PPR$ 4,6 mil · 223 votosR$ 20,4
Votos por real
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 31 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.