Lucimar Garcia
Lucimar Lucio Garcia · nasceu em 1960
Lucimar Garcia se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleita em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PTB (2008–2012), SOLIDARIEDADE (2016–2018), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputada estadual · Minas GeraisSOLIDARIEDADE 77035· centro-direitasuplente436 votos; 791º mais votada de 1.255 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Lucimar Garcia teve 436 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 791º lugar entre 1.255 candidatos.
Recebeu votos em 22 cidades. Uberlândia deu 67,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Lucimar Garcia declarou R$ 15,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 8.591 acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Lucimar GarciaR$ 15,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Lucimar Garcia declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputada estadual: R$ 24 mil, 99% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Cascalho Rico (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.98151,9%
- Próprio bolsoR$ 1.84048,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.57880,6%
- Material impressoR$ 38119,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Cascalho Rico (MG), 2020
Lucimar Garcia: R$ 81,6 por voto (mediana da disputa, R$ 15,5). Quem venceu, Bebeto Do Bar, gastou R$ 10,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 340; o mais barato, R$ 10,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lucimar Garcia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Beatriz Duarte PATRIOTAR$ 1,7 mil · 5 votosR$ 340
- Wander Do Varjão PSDR$ 1,4 mil · 13 votosR$ 109
- Lucimar Garcia PSDR$ 2 mil · 24 votosR$ 81,6
- Yam Matheus PSDR$ 1,9 mil · 25 votosR$ 77,1
- Corina PSDR$ 15 mil · 354 votosR$ 42,3
- Alexandre Do Dé PSDR$ 1,7 mil · 105 votosR$ 16,1
- Júlio Do Célio Resende PSDR$ 2,3 mil · 150 votosR$ 15,5
- Carlim Do Varjão PSDR$ 1,9 mil · 143 votosR$ 13,5
- Eudo PATRIOTAR$ 2,1 mil · 155 votosR$ 13,3
- Fernando Enfermeiro PSDR$ 1,8 mil · 147 votosR$ 12
- Joãozinho Estulano PATRIOTAR$ 1,6 mil · 139 votosR$ 11,7
- Bebeto Do Bar PSDR$ 1,8 mil · 170 votosR$ 10,5
Votos por real
- 2020, vereadora: 12 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2018, deputada estadual: 19 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 28 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 9,3 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.