Apuração
Vereadora · 2008 · PDT

Lucilene de Aquino

nasceu em 1981

Lucilene de Aquino disputou uma eleição, em 2008, para vereadora (Corumbataí (SP)), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPDT2008
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 27 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereadora · Corumbataí (SP)
    PDT 12800· centro-esquerda
    suplente87 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Lucilene de Aquino declarou R$ 27,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 27,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.350 na declaração)

Declarou 58% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Lucilene de AquinoR$ 27,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 27,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Lucilene de Aquino declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereadora · Corumbataí (SP) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 7.866
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.866.
  1. Próprio bolsoR$ 4.71259,9%
  2. EmpresasR$ 2.14227,2%
  3. PessoasR$ 6057,7%
  4. PartidoR$ 4075,2%

Para onde foi

R$ 7.866
O maior gasto foi com outros: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.866.
  1. OutrosR$ 4.22553,7%
  2. Material impressoR$ 2.42630,8%
  3. TransporteR$ 88411,2%
  4. EscritórioR$ 2032,6%
  5. PessoalR$ 1291,6%

Quanto custou cada voto: vereadora, Corumbataí (SP), 2008

Lucilene De Aquino: R$ 90,4 por voto (mediana da disputa, R$ 50,2). Quem venceu, Marlene Mesquita, gastou R$ 41,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 458; o mais barato, R$ 41,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lucilene De Aquino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Tatiane Raimundo De Oliveira PDTR$ 4,1 mil · 9 votosR$ 458
  • Juarez Teixeira De Barros PDTR$ 6,2 mil · 27 votosR$ 230
  • Rivaldo Corbanezi PDTR$ 3,8 mil · 17 votosR$ 226
  • Marciel Sbricia PDTR$ 4,6 mil · 24 votosR$ 193
  • Lucilene De Aquino PDTR$ 7,9 mil · 87 votosR$ 90,4
  • Edilson Naitzki PSDBR$ 6,1 mil · 73 votosR$ 84,2
  • Dinho Estabeline PSDBR$ 6 mil · 119 votosR$ 50,2
  • Manoel Berbel MDBR$ 6,4 mil · 127 votosR$ 50,1
  • João Canhoni PTBR$ 6,3 mil · 131 votosR$ 47,8
  • Leandro Martinez MDBR$ 11 mil · 229 votosR$ 47,8
  • Amarildo PDTR$ 3,9 mil · 84 votosR$ 46,8
  • Marlene Mesquita PDTR$ 4,6 mil · 111 votosR$ 41,1

Votos por real

  • 2008, vereadora: 11 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.