Luciano Lucio
Luciano Lucio Natalino · nasceu em 1972
Luciano Lucio se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroPSDB 45623· direitasuplente6.106 votos; 242º mais votado de 2.242 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Luciano Lucio teve 6.106 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 242º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 63 cidades. Tanguá deu 37,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Luciano Lucio declarou R$ 65,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 43,8 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Luciano Lucio declarou ao TSE R$ 208 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 79 mil, 40% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tanguá (RJ) · PSDB · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 10,6 mil57,7%
- Próprio bolsoR$ 7.37340,1%
- Outros candidatosR$ 4222,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 5.61357,5%
- Material impressoR$ 2.39224,5%
- ServiçosR$ 1.41514,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3253,3%
- EscritórioR$ 200,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Tanguá (RJ), 2020
Luciano Lucio: R$ 23,4 por voto (mediana da disputa, R$ 115). Quem venceu, Aline Pereira, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.076; o mais barato, R$ 22,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luciano Lucio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Merinha Da Saúde PSLR$ 9,7 mil · 9 votosR$ 1.076
- Jack Fotógrafa PSLR$ 9,9 mil · 23 votosR$ 431
- Ciele Ribeiro PSLR$ 9,9 mil · 57 votosR$ 174
- Marilene Pinheiro PLR$ 17 mil · 126 votosR$ 135
- Antonio Pereira PSLR$ 11 mil · 83 votosR$ 131
- Silvinha Irmã De Vaguinho PSLR$ 9,5 mil · 77 votosR$ 123
- Doutor Emanuel PSLR$ 20 mil · 173 votosR$ 115
- Renata Da Posse MDBR$ 11 mil · 248 votosR$ 45,7
- Felipe Carvalho MDBR$ 11 mil · 312 votosR$ 34,1
- Marcia Matos PSLR$ 13 mil · 494 votosR$ 25,4
- Luciano Lucio PSDBR$ 9,8 mil · 418 votosR$ 23,4
- Aline Pereira PPR$ 13 mil · 557 votosR$ 22,6
Votos por real
- 2020, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 118 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.