Luciano Lobo
Antonio Luciano Lobo de Mesquita · nasceu em 1946
Luciano Lobo disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Santa Quitéria (CE)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 58 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor publico). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Luciano Lobo declarou ao TSE R$ 133 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Santa Quitéria (CE) · MDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 26,1 mil19,6%
Para onde foi
- EscritórioR$ 2.7372,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Quitéria (CE), 2004
Luciano Lobo: R$ 11,9 por voto (mediana da disputa, R$ 17,8). Quem venceu, Tomas Figueiredo, gastou R$ 39,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,6; o mais barato, R$ 11,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luciano Lobo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tomas Figueiredo PSDBR$ 459 mil · 11.606 votosR$ 39,6
- João Bendô PC do BR$ 9,6 mil · 540 votosR$ 17,8
- Luciano Lobo MDBR$ 133 mil · 11.122 votosR$ 11,9
Votos por real
- 2004, prefeito: 84 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.