Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Luciano Lima

Luciano Pereira Lima · nasceu em 1969

Luciano Lima disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Praia Grande (SC)), pelo MDB: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Praia Grande (SC)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito2.682 votos, 48,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Luciano Lima declarou R$ 447,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 447,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 275.593 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Santa Catarina em 2016.

  • Luciano LimaR$ 447,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 601,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 615,1 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 447,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Terreno rural sem benfeitorias sito em molha cocoR$ 243,7 mil
    Terra nua
  2. Um terreno rural sem benfeitorias sito em molha coco…R$ 81,2 mil
    Terra nua
  3. Uma camioneta hyundai-tucson ano 2013 adq em 2014R$ 81,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Terreno rural sem benfeitorias sito em molha coco- praia…R$ 16,2 mil
    Terra nua
  5. Saldo em conta corrente no sicoob credisulca- ag. 3074…R$ 13,8 mil
    Conta corrente no país
  6. Saldo em conta corrente no sicoob credija ag. 3070-C/C…R$ 5.857
    Conta corrente no país
  7. Capital social no banco sicoobR$ 5.686
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Luciano Lima declarou ao TSE R$ 62 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Prefeito · Praia Grande (SC) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 61,9 mil
0% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 61,9 mil.
  1. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 48,9 mil79,1%
  2. Próprio bolsoR$ 13 mil20,9%

Para onde foi

R$ 61,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 61,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosTudo de Edmilson Almeida De Souza - MeR$ 4.5437,3%
  2. ServiçosTudo de Arnaldo Silva Goncalves - MeR$ 3.2385,2%
  3. EventosR$ 1.6192,6%
  4. EscritórioR$ 490,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Praia Grande (SC), 2016

Luciano Lima: R$ 23,1 por voto (mediana da disputa, R$ 23,1). Quem venceu, Henrique Maciel, gastou R$ 28,5 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luciano Lima. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.