Apuração
Vice-governadora · 2026 · PL

Luciana Gurgel

Luciana Araujo Goes Gurgel · nasceu em 1982

Luciana Gurgel se candidatou em 4 eleições, de 2014 a 2026, e foi eleita em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,65← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2014PHS2018PL2022PL2026PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputada estadual, em 2014 e 2018.

Passou por 2 partidos: PHS (2014), PL (2018–2026).

Vice-gov.Dep. estadualPartidoPHSPL2014201620182020202220242026
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-governadora, 2026, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2026: 43 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Vice-governadora · Amapá
    PL 55· direita
    Na chapa de Dr. Furlan
    chapa eleita281.595 votos da chapa, 62,8%
  2. 2022
    Deputada estadual · Amapá
    PL 22123· direita
    suplente3.736 votos; 37º mais votada de 335 no estado
  3. 2018
    Deputada estadual · Amapá
    PL 22123· direita· na urna, Luciana
    eleita5.825 votos; 9º mais votada de 431 no estado
  4. 2014
    Deputada estadual · Amapá
    PHS 31123· centro-direita· na urna, Luciana
    eleita5.146 votos; 17º mais votada de 338 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Luciana Gurgel teve 3.736 votos para deputada estadual, 0,9% dos votos válidos do estado: 37º lugar entre 335 candidatos.

Recebeu votos em 16 cidades. Macapá deu 46,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 100,0%.

3.736 votos
votos para deputada estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 3.736 votos.
  1. Macapá (AP)1.744 votos46,7%
  2. Calçoene (AP)494 votos13,2%
  3. Itaubal (AP)417 votos11,2%
  4. Tartarugalzinho (AP)267 votos7,1%
  5. Santana (AP)169 votos4,5%
  6. Outras 1 cidade1 voto< 0,1%
As outras 2 eleições para deputado
5.825 votos
votos para deputada estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 5.825 votos.
  1. Macapá (AP)2.395 votos41,1%
  2. Santana (AP)507 votos8,7%
  3. Mazagão (AP)472 votos8,1%
  4. Calçoene (AP)379 votos6,5%
  5. Oiapoque (AP)358 votos6,1%
  6. Outras 1 cidade47 votos0,8%
5.146 votos
votos para deputada estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 5.146 votos.
  1. Macapá (AP)1.675 votos32,5%
  2. Santana (AP)396 votos7,7%
  3. Laranjal do Jari (AP)365 votos7,1%
  4. Oiapoque (AP)355 votos6,9%
  5. Pedra Branca do Amapari (AP)332 votos6,5%
  6. Outras 1 cidade39 votos0,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Luciana Gurgel declarou R$ 313,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2014 e 2022, o total subiu R$ 294,4 mil acima da inflação.

Em 2026, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 313,8 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 260.523 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Amapá não declarou nenhum bem em 2022.

Cada quadrado é 1% de R$ 313,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Luciana Gurgel declarou ao TSE R$ 2,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputada estadual: R$ 1,5 milhão, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputada estadual · Amapá · PL · suplente

De onde veio

R$ 780,7 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 780,7 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 780,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Philippe S C Gomes SampaioR$ 300,3 mil38,5%
  2. EventosR$ 2.4020,3%
  3. EscritórioR$ 1.2210,2%
  4. OutrosR$ 190< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Amapá, 2022

Luciana Gurgel: R$ 209 por voto (mediana da disputa, R$ 110). Quem venceu, Delegado Inacio, gastou R$ 26,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 475; o mais barato, R$ 26,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luciana Gurgel. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputada estadual: 4,8 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2018, deputada estadual: 4,1 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
  • 2014, deputada estadual: 37 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.