Apuração
Prefeita · 2016 · PSDB

Lúcia

Lucia Aparecida Elcorab Alvim · nasceu em 1968

Lúcia se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PSDB2016PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeita, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: PL (2004), PSDB (2008–2016).

PrefeitaPartidoPLPSDB2004200620082010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2016, não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeita · Passa Tempo (MG)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleita1.882 votos, 33,4%
  2. 2008
    Prefeita · Passa Tempo (MG)
    PSDB 45· centro-direita· na urna, Lucia
    eleita2.989 votos, 54,9%
  3. 2004
    Prefeita · Passa Tempo (MG)
    PL 22· direita
    eleita2.793 votos, 54,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Lúcia declarou R$ 67,4 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 67,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 25.000 na declaração)

Declarou 14% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • LúciaR$ 67,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 67,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Lúcia declarou ao TSE R$ 94 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeita: R$ 41 mil, 39% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeita · Passa Tempo (MG) · PSDB · não eleita

De onde veio

R$ 41,4 mil
39% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41,4 mil.
  1. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 18,1 mil43,8%
  2. Fundo partidárioTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 16,2 mil39,1%
  3. Próprio bolsoR$ 5.87814,2%
  4. PartidoR$ 1.1692,8%

Para onde foi

R$ 41 mil
O maior gasto foi com serviços: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 41 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços5 pessoas, não nomeadasR$ 19,6 mil47,8%
  2. Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 3.6438,9%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 5671,4%

Quanto custou cada voto: prefeita, Passa Tempo (MG), 2016

Lúcia: R$ 21,8 por voto (mediana da disputa, R$ 21,8). Quem venceu, Edilson, gastou R$ 6,45 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,4; o mais barato, R$ 6,45.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lúcia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Julinho PROSR$ 47 mil · 1.498 votosR$ 31,4
  • Lúcia PSDBR$ 41 mil · 1.882 votosR$ 21,8
  • Edilson PSBR$ 15 mil · 2.262 votosR$ 6,45

Votos por real

  • 2016, prefeita: 46 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, prefeita: 149 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, prefeita: 86 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.