Lucas Blatt
nasceu em 1981
Lucas Blatt se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2008), PSD (2012), SOLIDARIEDADE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lucas Blatt declarou R$ 202 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 57,7 mil acima da inflação.
Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Lucas BlattR$ 202 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Empresa individual denominada lucas blatt MER$ 73,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Dinheiro em maosR$ 61,4 milDinheiro em espécie
- Lote urbano no 16/16/AB da quadra 03R$ 43,9 milTerreno
- Pas/automovelR$ 23,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Poupanca junto ao banco caixa economica federalR$ 21Outros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lucas Blatt declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pato Bragado (PR) · SOLIDARIEDADE · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.00146,2%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Delmar Fincke PrefeitoR$ 3.11236%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.53817,8%
Para onde foi
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 1.85221,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.29515%
- Material impressoR$ 1.07812,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Pato Bragado (PR), 2016
Lucas Blatt: R$ 40,2 por voto (mediana da disputa, R$ 54,8). Quem venceu, Xaropinho, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 520; o mais barato, R$ 18,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lucas Blatt. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eni Teresinha PSDR$ 7,3 mil · 14 votosR$ 520
- Sonia Maria Ortiz SOLIDARIEDADER$ 8,7 mil · 29 votosR$ 299
- Vanilda Do Prado PDTR$ 6,7 mil · 25 votosR$ 269
- João Specht MDBR$ 8,6 mil · 66 votosR$ 131
- Gilberto MDBR$ 8,6 mil · 101 votosR$ 85,2
- Ana Mengarda DEMR$ 7,6 mil · 139 votosR$ 54,9
- Professor Holdi MDBR$ 7,6 mil · 139 votosR$ 54,8
- Lucas Blatt SOLIDARIEDADER$ 8,7 mil · 215 votosR$ 40,2
- Juruna PSDR$ 6,7 mil · 183 votosR$ 36,6
- Sergio PPR$ 6,6 mil · 191 votosR$ 34,7
- Airton PDTR$ 6,9 mil · 299 votosR$ 23,1
- Xaropinho PTR$ 6,7 mil · 357 votosR$ 18,8
Votos por real
- 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 6,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.