Lucas
Lucas Guerrieri Vilas Boas · nasceu em 1980
Lucas disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Ituberá (BA)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 32 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Lucas declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, em reais de hoje.
2012 · Prefeito · Ituberá (BA) · PT · não eleito
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 30,4 mil91,5%
- EmpresasTudo de Carlos Benedito Guimarães Da SilvaR$ 2.1666,5%
- Próprio bolsoR$ 6502%
Para onde foi
- Transporte2 pessoas, não nomeadasR$ 8.23124,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ituberá (BA), 2012
Lucas: R$ 112 por voto (mediana da disputa, R$ 39,8). Quem venceu, Iramar, gastou R$ 39,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 112; o mais barato, R$ 3,37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lucas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lucas PTR$ 33 mil · 296 votosR$ 112
- Andrezito PSDR$ 281 mil · 6.371 votosR$ 44
- Iramar MDBR$ 284 mil · 7.121 votosR$ 39,8
- Apostolo Denilson REPUBLICANOSR$ 303 · 90 votosR$ 3,37
Votos por real
- 2012, prefeito: 8,9 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.