Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Louro

Lourisvaldo Alcântara Miranda · nasceu em 1951

Louro disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Brejolândia (BA)), pelo DEM: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoDEM2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Brejolândia (BA)
    DEM 25222· direita
    suplente256 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Louro declarou R$ 339,7 mil em bens, em reais de hoje: 8,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 339,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 126.000 na declaração)

Declarou 8,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.

  • LouroR$ 339,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 339,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Uma fazenda denominada alcântara com 30R$ 161,8 mil
    Bens rurais e animais
  2. Uma casa residencial no povoado de mamonalR$ 107,9 mil
    Imóveis
  3. Um comericio no ramo de panificaçãoR$ 53,9 mil
    Outros
  4. Um automovel scort ano 1989R$ 16,2 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Louro declarou ao TSE R$ 6,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Brejolândia (BA) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 6.801
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 6.801
O maior gasto foi com transporte: 91% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.801.
  1. TransporteR$ 6.15890,6%
  2. Material impressoR$ 6439,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Brejolândia (BA), 2008

Louro: R$ 26,6 por voto (mediana da disputa, R$ 17,6). Quem venceu, Lidio, gastou R$ 8,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 193; o mais barato, R$ 8,72.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Louro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Japão PPR$ 6,2 mil · 32 votosR$ 193
  • Delson DEMR$ 7,8 mil · 92 votosR$ 85
  • Gildasio PLR$ 10 mil · 318 votosR$ 31,6
  • Louro DEMR$ 6,8 mil · 256 votosR$ 26,6
  • Carlito DEMR$ 6,6 mil · 285 votosR$ 23,1
  • Elza DEMR$ 4,2 mil · 224 votosR$ 18,6
  • Jacinto DEMR$ 6,4 mil · 366 votosR$ 17,6
  • Manêgo DEMR$ 6 mil · 345 votosR$ 17,3
  • Gelson PPR$ 2,6 mil · 173 votosR$ 15,2
  • Irio MDBR$ 3,9 mil · 272 votosR$ 14,2
  • Ni Do Sindicato PTR$ 3,4 mil · 245 votosR$ 14
  • Lidio MDBR$ 4 mil · 461 votosR$ 8,72

Votos por real

  • 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.