Apuração
Vereador · 2024 · PODE

Liquinho

Aroldo Martins de Mattos · nasceu em 1973

Liquinho disputou uma eleição, em 2024, para vereador (Aral Moreira (MS)), pelo PODE: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,49← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPODE2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Aral Moreira (MS)
    PODE 20222· direita
    eleito375 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Liquinho declarou R$ 254,1 mil em bens, em reais de hoje: 6,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

R$ 254,1 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 230.000 na declaração)

Declarou 6,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.

  • LiquinhoR$ 254,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 254,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Liquinho declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, em reais de hoje, 79% de dinheiro público.

2024 · Vereador · Aral Moreira (MS) · PODE · eleito

De onde veio

R$ 7.717
79% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.717.
  1. Fundo eleitoralTudo de PodemosR$ 6.07778,7%
  2. Próprio bolsoR$ 1.64121,3%

Para onde foi

R$ 7.717
O maior gasto foi com pessoal: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.717.
  1. Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 4.30555,8%
  2. Material impressoTudo de J. R. Da Motta LtdaR$ 3.41244,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Aral Moreira (MS), 2024

Liquinho: R$ 20,6 por voto (mediana da disputa, R$ 35,3). Quem venceu, Adriana Da Saude, gastou R$ 12,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 238; o mais barato, R$ 12,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Liquinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Marta Belarmino PODER$ 6,9 mil · 29 votosR$ 238
  • Elizangela Fretas Da Saude PODER$ 6,1 mil · 35 votosR$ 174
  • Cleonice Dos Santos REPUBLICANOSR$ 16 mil · 159 votosR$ 98
  • Neguinho Do Povo PODER$ 6,1 mil · 102 votosR$ 59,6
  • Professora Vera Silva PODER$ 7,7 mil · 141 votosR$ 54,7
  • Professor Mario PODER$ 6,1 mil · 149 votosR$ 40,8
  • Professor Cabo Zelmo PODER$ 6,1 mil · 172 votosR$ 35,3
  • Jorge Da Mudança REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 226 votosR$ 24,2
  • Liquinho PODER$ 7,7 mil · 375 votosR$ 20,6
  • Emerson Sanches PODER$ 6,1 mil · 369 votosR$ 16,5
  • Camilla Fatala PODER$ 6,1 mil · 447 votosR$ 13,6
  • Adriana Da Saude PSDBR$ 5,5 mil · 443 votosR$ 12,3

Votos por real

  • 2024, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.